
O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu na queda de um avião, mo sábado do dia 10 de Abril deste ano, na região do aeroporto de Smolensk, no oeste da Rússia. Havia 97 pessoas a bordo, e ninguém sobreviveu.
Autoridades russas e polonesas disseram que não há sobreviventes do avião, um Tupolev da era soviética, que levava o presidente, sua mulher e uma equipe de eventos encarregada por organizar o 70º aniversário do massacre de milhares de oficiais da polícia polonesa pela polícia secreta da ex-URSS.
Também estava a bordo o chefe do Exército, o presidente do banco nacional, o vice-ministro das Relações Exteriores, o capelão do exército, o chefe do Gabinete Nacional de Segurança, o vice-presidente do Parlamento, o comissário para os direitos civis e pelo menos dois assessores presidenciais e três deputados, de acordo com informações fornecidas pelo Ministério polonês das Relações Exteriores.
Kaczynski se dirigia à localidade russa de Katyn, para prestar homenagem aos milhares de oficiais poloneses executados em 1940 pelos serviços secretos soviéticos, Os corpos das vítimas da tragédia foram levados a Moscou para serem identificados, e depois retornaram a sua pátria para serem sepultados.
Desde que a morte do governante foi confirmada, centenas de cidadãos Fizeram uma peregrinação até a sede presidencial para depositar flores.
Líderes mundiais enviaram condolências à população polonesa pela morte do presidente do país, O presidente francês, Nicolas Sarkozy destacou o "ardente patriotismo" e toda sua trajetória dedicada "à causa da Polônia". A chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, disse estar "profundamente consternada pelo acidente e morte do presidente polonês". Os Estados Unidos expressaram suas condolências à Polônia pela "terrível tragédia". "É uma terrível tragédia para a Polônia. Enviamos nossas sinceras condolências ao povo polonês", declarou em um comunicado oficial, Philip Crowley, porta-voz do governo americano, O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, interrompeu sua campanha na Escócia para prestar homenagem ao presidente polonês morto e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a “convicção" de Kaczynski na hora de governar.
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