sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Queda de avião na Rússia mata o Presidente da Polônia e mais 96 pessoas


O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu na queda de um avião, mo sábado do dia 10 de Abril deste ano, na região do aeroporto de Smolensk, no oeste da Rússia. Havia 97 pessoas a bordo, e ninguém sobreviveu.

Autoridades russas e polonesas disseram que não há sobreviventes do avião, um Tupolev da era soviética, que levava o presidente, sua mulher e uma equipe de eventos encarregada por organizar o 70º aniversário do massacre de milhares de oficiais da polícia polonesa pela polícia secreta da ex-URSS.

Também estava a bordo o chefe do Exército, o presidente do banco nacional, o vice-ministro das Relações Exteriores, o capelão do exército, o chefe do Gabinete Nacional de Segurança, o vice-presidente do Parlamento, o comissário para os direitos civis e pelo menos dois assessores presidenciais e três deputados, de acordo com informações fornecidas pelo Ministério polonês das Relações Exteriores.

Kaczynski se dirigia à localidade russa de Katyn, para prestar homenagem aos milhares de oficiais poloneses executados em 1940 pelos serviços secretos soviéticos, Os corpos das vítimas da tragédia foram levados a Moscou para serem identificados, e depois retornaram a sua pátria para serem sepultados.

Desde que a morte do governante foi confirmada, centenas de cidadãos Fizeram uma peregrinação até a sede presidencial para depositar flores.

Líderes mundiais enviaram condolências à população polonesa pela morte do presidente do país, O presidente francês, Nicolas Sarkozy destacou o "ardente patriotismo" e toda sua trajetória dedicada "à causa da Polônia". A chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, disse estar "profundamente consternada pelo acidente e morte do presidente polonês". Os Estados Unidos expressaram suas condolências à Polônia pela "terrível tragédia". "É uma terrível tragédia para a Polônia. Enviamos nossas sinceras condolências ao povo polonês", declarou em um comunicado oficial, Philip Crowley, porta-voz do governo americano, O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, interrompeu sua campanha na Escócia para prestar homenagem ao presidente polonês morto e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a “convicção" de Kaczynski na hora de governar.

No dia 20 de junho, Os colégios eleitorais da Polônia abriram suas portas para os mais de 30 milhões de cidadãos poloneses convocados para escolher o presidente do país e sucessor de Lech Kaczynski, com 52,6% dos votos no segundo turno da eleição Bronislaw Komorowski venceu o irmão do ex-presidente morto no acidente em abril Jaroslav Kaczynski.

Chuvas provocaram destruição e mortes em Angra Dos Reis


Chuva que atingiu Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro, nas últimas 12 horas do dia 31 de dezembro e nas primeiras 12 horas do dia 1º de janeiro foi o maior volume de água em 24 horas dos últimos dez anos, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia. Foram 142,9 mm de água – um valor normalmente registrado em todo um mês.

Nessas condições, segundo o geólogo José Tadeu Tommaselli, da Universidade Estadual Paulista, mesmo um morro totalmente preservado e sem impacto humano nenhum correria risco de avalanches de terra.

“Qualquer chuva acima de 70 mm é um indicador de problemas. E choveu muito mais que 70 mm”, explica o cientista.

No primeiro dia do ano, as chuvas na cidade causaram o deslizamento de dois morros, um em Ilha Grande e outro na parte continental de Angra. Ao todo, 52 pessoas morreram. Uma ainda está desaparecida.

Antes da chuva da virada, os maiores valores registrados pelo Inmet em 24 horas na região nos últimos dez anos foram de 129,3 mm em 9 de dezembro de 2002 e 117,5 mm em 25 de outubro de 2003. A maior chuva em um dia da história de Angra ocorreu na década de 1960: 191,4 mm em 22 de dezembro de 1965.

A causa de tanta água, de acordo com o meteorologista Fabrício Daniel dos Santos Silva, foi a formação que levou para a região do litoral do Rio de Janeiro massas de ar mais úmidas, que combinam tanto nuvens que causam precipitações intensas como aquelas que geram chuvas mais fracas, mas mais duradouras.

Ainda assim, o meteorologista afirma que essas chuvas são consideradas normais. “São normais alguns eventos de precipitações muito intensas nas mais diversas regiões do país, quando estas estão passando pelo seu período mais chuvoso”, explica Silva.

O também meteorologista José Fernando Pesquero, do Grupo de Previsão Climática do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), concorda.

“Estamos em um mês de verão. O calor associado ao anômalo transporte de umidade que está ocorrendo da região norte do Brasil para as regiões sul e sudeste é o responsável por estas chuvas. As frentes frias estão passando apenas pelo oceano Atlântico”, explica. “Esse transporte intenso de umidade associado ao fenômeno El Niño, que já é conhecido de provocar chuvas, pode estar provocando chuvas mais intensas”, afirma.

O também meteorologista José Fernando Pesquero, do Grupo de Previsão Climática do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), concorda.

“Estamos em um mês de verão. O calor associado ao anômalo transporte de umidade que está ocorrendo da região norte do Brasil para as regiões sul e sudeste é o responsável por estas chuvas. As frentes frias estão passando apenas pelo oceano Atlântico”, explica. “Esse transporte intenso de umidade associado ao fenômeno El Niño, que já é conhecido de provocar chuvas, pode estar provocando chuvas mais intensas”, afirma.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Terremoto devasta o Haiti


Foi um terremoto catastrófico que teve seu epicentro na parte oriental da península de Tiburon, a cerca de 25 km da capital haitiana, Porto Príncipe, e foi registrado às 16h53m10s do horário local (21h53m10s UTC), na terça-feira, 12 de janeiro de 2010. O abalo alcançou a magnitude 7,0 Mw e ocorreu a uma profundidade de 13 km (8,1 mi). O Serviço Geológico dos Estados Unidos registrou uma série de pelo menos 33 réplicas sismológicas, 14 das quais eram de de magnitude 5,0Mw a 5,9Mw. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha estima que cerca de três milhões de pessoas foram afetadas pelo sismo; o Ministro do Interior do Haiti, Paul Antoine Bien-Aimé, antecipou em 15 de janeiro que o desastre teria tido como consequência a morte de 230 000 pessoas.

O terremoto causou grandes danos a Port-au-Prince. Milhares de edifícios, incluindo os elementos mais significativos do patrimônio da capital, como o Palácio Presidencial, o edifício do Parlamento, a Catedral de Notre-Dame de Port-au-Prince, a principal prisão do país e todos os hospitais, foram destruídas ou gravemente danificadas. A Organização das Nações Unidas informou que a sede da Missão das Nações Unidas0 para a estabilização no Haiti (MINUSTAH), localizada na capital, desabou e que um grande número de funcionários da ONU havia desaparecido. A morte do Chefe da Missão, Hédi Annabi, foi confirmada em 13 de janeiro pelo presidente René Préval.

Muitos países responderam aos apelos pela ajuda humanitária, prometendo fundos, expedições de resgate, equipes médicas e engenheiros. Sistemas de comunicação, transportes aéreos, terrestres e aquáticos, hospitais, e redes elétricas foram danificados pelo sismo, o que dificultou a ajuda nos resgates e de suporte; confusões sobre o comando das operações, o congestionamento do tráfego aéreo, e problemas com a priorização de voos dificultou ainda mais os trabalhos de socorro. Necrotérios de Port-au-Prince foram rapidamente esmagados; o governo haitiano anunciou em 21 de janeiro que cerca de 80 mil corpos foram enterrados em valas comuns. Com a diminuição dos resgates, as assistências médicas e sanitárias tornaram-se prioritárias. Os atrasos na distribuição de ajuda levaram a apelos raivosos de trabalhadores humanitários e sobreviventes, e alguns furtos e violências esporádicos foram observados.

A Ilha de São Domingos é sismologicamente ativa e já experimentou tremores significantemente destrutivos. Ocorreu um terremoto em 1751, quando a ilha ainda estava sob domínio francês, e outro em 1770. De acordo com o historiador francês Moreau de Saint-Méry (1750–1819), "apenas um edifício de maçonaria não desabou" em Port-au-Prince após o sismo de 18 de outubro de 1751, porém "a cidade inteira desmoronou" durante o terremoto de 3 de junho de 1770. Um outro abalo atingiu a cidade de Cap-Haïtien e outras cidades na parte norte do Haiti e da República Dominicana, destruídas em 7 de maio de 1842. Em 1946, um sismo de magnitude 8,0 Mw atingiu a República Dominicana e também balançou o Haiti, produzindo uma tsunami que matou 1 790 pessoas e feriu muitas outras.

Em um risco de terremoto em 1992, estudado por C. DeMets e M. Wiggins-Grandison, notou-se que o sistema de falhas de Enriquillo-Plantain Garden poderia ocorrer ao fim de seu ciclo sísmico e projetar um terremoto pior, de magnitude 7,2, similar em tamanho ao que ocorreu na Jamaica em 1692. Paul Mann e sua equipe de pesquisadores apresentaram uma avaliação de risco do sistema de falhas Enriquillo-Plantain Garden à 18ª Conferência Geológica Caribenha em março de 2008, observando a grande tensão (equivalente a um terremoto de 7,2 Mw); a equipe recomendou "grande prioridade" em estudos geológicos históricos, até que a falha seja totalmente preenchida e recordou alguns poucos terremotos nos últimos 40 anos. Um artigo publicado no jornal haitiano Le Matin em setembro de 2008 citou comentários do geologista Patrick Charles ao efeito que havia um grande risco de maiores atividades sísmicas em Port-au-Prince.

O Haiti é o país mais pobre da América. O país localiza-se na posição 149, de 182 países, no Índice de Desenvolvimento Humano. Há uma preocupação sobre a capacidade dos serviços de emergência para lidar com uma catástrofe de grandes proporções, e o país é considerado "economicamente vulnerável" pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Além disso, a nação foi atingida por vários furacões, causando inundações e danos generalizados, mais recentemente em 2008 com a Tempestade tropical Fay e o Furacão Gustav, induzindo o jornalista do Miami Herald Leonard Pitts, Jr. a perguntar "se o planeta não está conspirando contra esta nação pequena e humilde".

Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010


Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, oficialmente conhecidos como Jogos da XXI Olimpíada de Inverno, era um evento multiesportivo realizado entre 12 e 28 de fevereiro, em Vancouver, na Colúmbia Britânica, Canadá. Alguns eventos decorreram-se nas subsedes em Whistler, Richmond e West Vancouver.

Esta foi a terceira vez que o país sediou as Olimpíadas e a primeira vez que a província da Colúmbia Britânica foi sede dos Jogos. Anteriormente, o Canadá foi sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 1976, em Montreal, e dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988, em Calgary. Esta foi ainda a primeira vez em que as Olimpíadas de Inverno realizaram-se num mercado da National Hockey League (NHL), desde que houve a autorização dos jogadores profissionais para competirem nos Jogos, em Nagano 1998. Foram também os mais quentes da história dos Jogos Olímpicos de Inverno. O evento foi oficialmente aberto pela governadora-geral Michaëlle Jean. Durante os dezesseis dias de disputas, 2 622 atletas de 82 países competiram em quinze modalidades de sete esportes.

Pela primeira vez o Canadá conquistou uma medalha de ouro olímpica em território nacional. O Canadá conquistou ainda o primeiro lugar no quadro de medalhas e se tornou o primeiro país-sede desde a Noruega em 1952 a liderar a contagem de medalhas de ouro. Com quatorze, o Canadá bateu o recorde de medalhas de ouro em uma única edição de Jogos Olímpicos de Inverno, superando as treze anteriores obtidas pela União Soviética em 1976 e Noruega em 2002. Os Estados Unidos conquistaram mais medalhas no total com 37, e quebrou o recorde de medalhas conquistadas em uma única edição de Jogos Olímpicos de Inverno que pertencia a Alemanha em 2002 com 36 medalhas. Atletas da Eslováquia e Bielorrússia conquistaram a primeira medalha de ouro olímpica para as suas nações em Olimpíadas de Inverno

Vancouver foi eleita cidade-sede em 2 de junho de 2003, durante a 115ª reunião do Comité Olímpico Internacional, em Praga, impondo-se diante de PyeongChang e Salzburgo. Anteriormente, havia vencido a disputa interna do Comitê Olímpico do Canadá, competindo contra Calgary e Quebec.

Antes da reunião de aprovação para a cidade-sede, cinco outras cidades declararam-se candidatas, mas não chegaram a ser escolhidas como finalistas em 2002: Andorra-la-Vella, em Andorra, Berna, na Suíça, Harbin, na China, Jaca, na Espanha e Sarajevo, na Bósnia e Herzegovina. Berna fora escolhida como candidata, porém, desistiu em virtude da falta de apoio popular. Na primeira rodada da votação de 2 de junho, Vancouver ficou em segundo lugar, atrás de PyeongChang, mas esta não obteve a maioria absoluta. Segundo as regras do COI, nesses casos, a última colocada (no caso, Salzburgo) é eliminada e ocorre uma nova rodada. Nesta, Vancouver obteve a maioria absoluta dos votos, não necessitando de outras rodadas.

Presidente da Polônia e mais 96 pessoas morrem em queda de avião na Rússia


O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu na queda de um avião, mo sábado do dia 10 de Abril deste ano, na região do aeroporto de Smolensk, no oeste da Rússia. Havia 97 pessoas a bordo, e ninguém sobreviveu.

Autoridades russas e polonesas disseram que não há sobreviventes do avião, um Tupolev da era soviética, que levava o presidente, sua mulher e uma equipe de eventos encarregada por organizar o 70º aniversário do massacre de milhares de oficiais da polícia polonesa pela polícia secreta da ex-URSS.

Também estava a bordo o chefe do Exército, o presidente do banco nacional, o vice-ministro das Relações Exteriores, o capelão do exército, o chefe do Gabinete Nacional de Segurança, o vice-presidente do Parlamento, o comissário para os direitos civis e pelo menos dois assessores presidenciais e três deputados, de acordo com informações fornecidas pelo Ministério polonês das Relações Exteriores.

Kaczynski se dirigia à localidade russa de Katyn, para prestar homenagem aos milhares de oficiais poloneses executados em 1940 pelos serviços secretos soviéticos, Os corpos das vítimas da tragédia foram levados a Moscou para serem identificados, e depois retornaram a sua pátria para serem sepultados.

Desde que a morte do governante foi confirmada, centenas de cidadãos Fizeram uma peregrinação até a sede presidencial para depositar flores.

Líderes mundiais enviaram condolências à população polonesa pela morte do presidente do país, O presidente francês, Nicolas Sarkozy destacou o "ardente patriotismo" e toda sua trajetória dedicada "à causa da Polônia". A chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, disse estar "profundamente consternada pelo acidente e morte do presidente polonês". Os Estados Unidos expressaram suas condolências à Polônia pela "terrível tragédia". "É uma terrível tragédia para a Polônia. Enviamos nossas sinceras condolências ao povo polonês", declarou em um comunicado oficial, Philip Crowley, porta-voz do governo americano, O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, interrompeu sua campanha na Escócia para prestar homenagem ao presidente polonês morto e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a “convicção" de Kaczynski na hora de governar.

No dia 20 de junho, Os colégios eleitorais da Polônia abriram suas portas para os mais de 30 milhões de cidadãos poloneses convocados para escolher o presidente do país e sucessor de Lech Kaczynski, com 52,6% dos votos no segundo turno da eleição Bronislaw Komorowski venceu o irmão do ex-presidente morto no acidente em abril Jaroslav Kaczynski.

Cinzas de vulcão islandês fecham aeroportos na Europa


Uma nuvem de cinzas vulcânicas, causada pela erupção de um vulcão na Islândia, provocou o fechamento do espaço aéreo e o cancelamento da maioria dos vôos na quinta-feira do dia 15 de abril deste ano, na Grã-Bretanha e em vários aeroportos europeus. Os problemas causados pelas partículas do vulcão afetaram os espaços aéreos de Grã-Bretanha, Irlanda e Dinamarca.

A nuvem de cinzas também provocou cancelamentos e atrasos em vôos nos aeroportos de França, Noruega, Finlândia, Dinamarca, Suécia, Bélgica, e Holanda. O governo britânico determinou o fechamento de seu espaço aéreo até o dia 17 sábado. Na França, a nuvem provocou o cancelamento de 20 vôos no aeroporto de Nice. Em Portugal, os vôos para a cidade do Porto também foram suspensos.

No dia 05 maio o vulcão voltou à ativa, e dessa vez com mais intensidade, as cinzas chegaram ao norte da Espanha e provocando o fechamento temporário de 15 aeroportos, Os aeroportos de Amsterdã e Roterdã, na Holanda, também foram afetados pelas cinzas do vulcão e ficaram fechados, Até aquele presente momento, os cancelamentos de vôos estavam restritos apenas à Europa. Mas na terça-feira 11 de maio, as autoridades de aviação civil do Marrocos determinaram o cancelamento de vôos saindo de Rabat, Casablanca e outras cidades do país.

Os aeroportos de Tangiers, Tetouan e Essaouira também foram fechados. De acordo com a agência de notícias francesa AFP, um total de oito aeroportos foram fechados no país nesta terça-feira.

Além do norte da África, a nuvem de cinzas também levou à imposição de restrições a vôos no Aeroporto Internacional de Istambul, na Turquia, que proibiu vôos que passassem pela região a noroeste do aeroporto durante quatro horas.

As restrições foram impostas devido a temores de que as cinzas possam entupir turbinas de aviões em pleno vôo, causando acidentes. Segundo especialistas, as cinzas contêm pequenas partículas de rochas, vidro e areia suficientes para afetar as turbinas. Elas podem diminuir a visibilidade e danificar os controles de vôo.

Houve casos no passado de partículas de nuvens como essa que pararam todas as turbinas de um mesmo avião. Em todos os casos, os pilotos conseguiram ligar o motor novamente depois de sair da nuvem.

A nuvem de cinzas vindas da Islândia foi responsável pelo fechamento de aeroportos europeus por seis dias, provocando prejuízos de cerca de US$ 6 bilhões.

Desaparecimento da Eliza Samudio

O goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, é considerado suspeito pela polícia pelo sumiço de Eliza Samudio, de 25 anos, com quem manteve um relacionamento extraconjugal. A jovem está desaparecida desde 4 de junho, quando deixou um hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, onde estava hospedada, e foi para o sítio do atleta, no município de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Eliza viajou para o local com o filho de quatro meses, que seria fruto da relação com Bruno. O jogador, no entanto, não concordava em assumir a paternidade da criança.

Segundo amigos da jovem, Eliza teria ido ao sítio do atleta rubro-negro para tentar chegar a um acordo sobre a briga na Justiça a respeito do reconhecimento do filho. No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias de que a mulher havia sido espancada e morta no sítio. A informação anônima dizia ainda que o bebê de quatro meses estava na propriedade.

Baseado na denúncia, a polícia foi ao local, mas não encontrou a criança. A mulher de Bruno, Dayanne do Carmo Souza, a princípio tentou negar que o bebê estava no sítio. Um funcionário do imóvel, conhecido como Coxinha, entretanto, acabou confessando ter recebido a criança da mulher de Bruno na margem da rodovia BR-040 (Belo Horizonte-Sete Lagoas) e o repassado a um terceiro. Este deixou o bebê com uma senhora no bairro Liberdade, periferia de Contagem, onde ele foi encontrado no dia 26 de junho. O pai de Eliza, Luiz Carlos Samudio, conseguiu a guarda do neto e o levou para sua casa, em Foz do Iguaçu (PR). No dia 8 de julho, a mãe de Eliza, Sônia Fátima Moura, conseguiu a guarda do neto na Justiça e levou a criança para Campo Grande (MS).

No dia 27 de junho, Policiais civis e homens do Corpo de Bombeiros realizaram buscas e escavações na propriedade do jogador por cerca de seis horas. Na ação, foram encontradas fraldas, roupas femininas e uma passagem aérea com nome ilegível.

No dia 7 de julho, foram decretadas as prisões de Bruno, Macarrão, Dayanne e mais quatro envolvidos. No dia seguinte, Bruno e Macarrão foram encaminhados para o presídio de Bangu 2. Com a repercussão negativa do caso, o Flamengo decidiu suspender o contrato de Bruno. No final do dia, Bruno e Macarrão foram transferidos para Minas Gerais.

Ainda no dia 8 de julho, foi decretada a prisão do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, mais conhecido como “Bola”, “Neném” e “Paulista”. Ele foi apontado pelo adolescente de 17 anos, primo de Bruno, como o homem que teria assassinado Eliza Samudio. No mesmo dia, ele se entregou à polícia.